"Amem sem cor, raça ou gênero."

 

Tenista homossexual também falou sobre sua visão política em entrevista

navratilova-aarp A tcheca naturalizada americana Martina Navratilova, um dos maiores nomes da história do tênis feminino, concedeu entrevista ao diário espanhol El País e, sem papas na língua, falou o que pensa sobre sexualidade e sua posição política e social.

- Eu não me desculpo com ninguém por ser quem sou. Falo abertamente o que penso e não faço nada para agradar alguém. Quando o assunto é minha sexualidade eu sempre me senti honrada e orgulhosa por ser quem eu sou. - afirmou a ex-número um do mundo, que assumiu, em sua autobiografia chamada Being Myself - "Sendo eu mesma", em português - que é homossexual desde os 18 anos de idade.

- Nunca pensei que há alguma coisa de errado em ser gay. Não vejo nada de maldade quando duas pessoas se querem. - acrescentou.

Navratilova também ressaltou que os atletas tem uma grande influência na vida social das pessoas:

- Os atletas têm mais responsabilidade que os políticos porque são vistos como exemplos pelas crianças. Eles são seus heróis e devem ser modelos de como lidar com os problemas.

E por fim, ela afirmou ser contra o comunismo, regime político do qual fugiu quando era criança para ir treinar e viver nos Estados Unidos.

- É terrível (o comunismo). As pessoas tem memória curta. Fico muito triste quando vejo o resultado das eleições e os comunistas têm 50% dos votos na República Tcheca. Eu penso: 'Eles estão loucos?'. O comunismo é uma ideia bonita, mas que nunca poderá funcionar porque priva o indivíduo. Eles destruíram milhares de pessoas, milhares de vidas, incluindo a dos meus pais. - disse.

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