"Amem sem cor, raça ou gênero."

scarlett ohara
Quantos segredos escondiam os anos dourados… Se, hoje, uma atriz do porte de Angelina Jolie se assume bissexual sem ter sua carreira nem sua vida familiar abalada, não podemos dizer que a realidade era a mesma na maior parte do século 20.

Veio à tona, nesta terça-feira (24), que Vivien Leigh (1913-1967), a eterna Scarlett O’Hara de “…E o Vento Levou” (1939), era bissexual — e, assim como Laurence Olivier (1907-1989), seu marido durante 20 anos, teve vários relacionamentos fora do casamento.

A informação vem da biografia “Damn You, Scarlett O’Hara” (“Vai se Danar, Scarlett O’Hara”, em tradução livre), que será lançada em dezembro deste ano. Segundo os autores do livro, Darwin Porter, que diz ter conhecido a atriz americana na década de 1960, e Roy Moseley, que foi ajudante pessoal de Olivier, Vivien teve casos com pelo menos três mulheres.

Uma das amantes seria, inclusive, Isabel Jeans (1891-1985), que fez “Gigi” em 1958. Já a ala masculina de parceiros extraconjugais inclui o lendário sex symbol Marlon Brando (1924-2004). Vivien ainda teria saído com garotos de programa e pagado pelos serviços “com caixas de cigarro, jóias ou até mesmo ações e títulos”, de acordo com os biógrafos.

A notícia chega pouco mais de um ano depois de outra biografia, “Clark Gable: Tormented Star”, escrita por David Bret, afirmar que o intérprete de Rhett Butler e par romântico de Scarlett O’Hara em “… E o Vento Levou” era, digamos, “no mínimo” bissexual. Ele teria até se relacionado com homens poderosos de Hollywood em troca de papéis para ascender na carreira.



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