"Amem sem cor, raça ou gênero."

Nikki e Jill vão fazer alguma coisa que não seja preparar o casamento? Tracy se lembrará que tem um carreira de modelo? Que tipo de merda Rose vai fazer dessa vez (you know, episódio passado ela estava muito comportada)? Continuarei fazendo piadas com a Shanna da Mikey? Depois de Sara e Tor, é a rodada da Romi outra vez?
Nota: Imagens hoje da campanha NOH8 em homenagem ao fim da Proposition 8 que proibia o casamento gay em LA na Califórnia.


Como o episódio 07 é sobre sex toys só por causa da Whitney, a entrevista também é.
Whitney gosta de sexo com strap-on. Com ela vestindo, claro.
Jill fica embarazada embaraçada e diz que é assim que ela se sente quando entra num sex shop. Obviamente não deu tempo de ela falar para Nikki não comentar sobre “a gaveta”.
Tracy diz que não sabe para onde olhar, o que fazer.
Rose, delicada como sempre, diz: “Usando strap-on, transando com a garota, fazendo todo o trabalho. É assim que eu faço por toda a minha carreira lésbica.”

Mikey aproveita para recomendar não colocar os brinquedinhos na máquina de lavar louça. [/nojinho] E ela também levanta a questão de que para cada mulher nova você precisa de um novo brinquedo (se lembrem disso!). Por isso pode ser caro trocar de namorada a todo tempo.

Nikki e Jill

Nikki e Jill decidem dar um tempo nos preparativos para o casamento. E o que elas fazem quando não estão se preparando para o casamento? Elas estão se preparando para algum-evento-judáico.

Um amigo de Nikki e designer vai para a casa delas para ajudar a arrumar a sala de jantar para o feriado judáico (algo a ver com Sêder…). Como bom decorador übber gay, ele mal chega e começa a criticar tudo na sala da casa agora-não-tão-perfeita-assim delas. Ele.simplesmente.não.parava.de.criticar!


Nada como um bom amigo gay para mostrar como seu senso estético/decorativo é um fracasso, mesmo você se achando a lésbica mais hetero do quarteirão. Prova disso é quando Nikki diz que precisa ter um lustre na sala:
Nikki, a lésbica: “Vidro, né?”
Dan, o gay: “Eu estou pensando em vidro veneziano. Eu não quero te assustar, mas estou pensando em Donghia.”

Como dinheiro não é problema (é solução), rapidamente Dan arranja um lustre e já manda instalar na sala de Nikki (e Jill). O lustre é gigantesco, e até a megalomaníaca Nikki se impressiona.


E se você estava sentindo falta de drama com Nikki e Jill, prepare-se, aqui vem ele: o lustre caiu! OMG, tanto drama na vida delas! E quais foram as reações?

Tem como não amar a Nikki?

Aí seguiu-se uma discussão típica. Jill não quer um lustre caindo e matando gente na sala de estar dela [/bom argumento]. Nikki quer um lustre na sala porque vai ficar lindo, chique e combianaria super com uma power lesbian [/excelente argumento]. Impressionante como as duas não concordam em absolutamente nada!
As duas disseram em off que não vão desistir, mas eu senti que Jill vai ganhar dessa vez. E como mamis me ensinou, a palavra final em assuntos de casa é da mulher.
Depois da arrumação em casa, o jantar de comemoração do feriado judáico foi bem-sucedido.


Mesa fa-bu-lo-sa.

Convidados felizes (exceto os que tiveram que sentar no balcão da cozinha por falta de espaço)

Tracy



Tracy está na casa da vidente da Stamie para sua primeira “leitura”. Segundo ela, a mulher conseguiu prever muitas coisas na vida da Stamie muito antes de elas acontecerem. Aham, provavelmente ela previu que Stamie teria filhos, já que ela estava na casa dos 30.
A “leitura” começou mais ou menos assim:

Meu momento preferido:
Eu não sei dizer se a cena foi armação com a Stamie ou o que, mas Tracy foi guerreira pra tentar disfarçar o constrangimento.
A vidente, depois da cena, volta a parecer uma pessoa normal e diz para Tracy:
“Sua energia está muito distraída com seus pais. Sua mãe se sente muito desconectada. É sobre você se sentir segura sendo autêntica consigo. Ela está aprendendo a lidar… Precisa cultivar o lado espiritual. E ela precisa fazer algo entre os próximos cinco meses, porque se não fizer, ela estará com problemas sérios.”
Ah, sim, claro. São raríssimas as lésbicas que tem um mínimo desentendimento com a mãe sobre a sua sexualidade. Isso se Stamie já não contou tudo sobre a Tracy…
De certa forma Tracy ficou perturbada com as palavras da vidente e decidiu ligar para a mãe para começar a forçar um pouco mais o assunto da vida afetiva dela.
Tracy: “Como eu convenço você a ir no meu aniversário? Eu quero que você conheça a Stamie.”
Mãe: “Vamos ver isso mais perto da data…”
Tracy: “Então, nós temos uma espécie de acordo de que nós não falaríamos sobre certas coisas. Eu acho que já passou algum tempo e eu quero rever esse acordo.”
Mãe: “É difícil, não é fácil. Você não pode me culpar pelo jeito que eu me sinto e eu aposto que 100 milhões de mães sentem-se do mesmo jeito. Bem, você não acha que está um pouco confusa? Algumas pessoas passam por fases, elas gostam de experimentar.”
Tracy: “Eu sei por mim que não é isso. Eu seria a primeira pessoa a levantar a mão e admitir, mas não é isso!
Mãe: “É díficil. Não é fácil. Leva tempo.”
Tracy: “Eu sei. Estou sendo muito paciente, mas eu quero te incluir em toda a minha vida, não em só 90% dela.”
Mãe: “Eu não me sinto num ponto onde eu esteja confortável em ver você próxima daquela pessoa de um jeito que você estaria com um homem. Se você estivesse com um homem seria totalmente diferente para mim. Certo, acho que a bateria do meu telefone está acabando.”


Mikey



Mikey está super ocupada com a aproximação do LA Fashion Week e passa quase o episódio inteiro surtando porque ninguém está se matando de trabalhar, só ela.

"Eu sou chefe nessa birosca e ainda tenho que arrumar os cabides!!!"

E aparentemente a Ceci (que não é uma Shanna da vida), a estagiária (porque sempre é culpa da estagiária), estava se enrolando com a lista de confirmações. Primeiro Mikey tentou ficar no pé dela, fungando no cangote.
Mas, logo em seguida, começou a gritar.


Por um lado estou feliz por ver Mikey gritando com alguém (senti falta), mas por outro, rola toda uma solidariedade com a pobre da estagiária…
À noite, Mikey encontra tempo para uma saída com Raquel, mas ela estava com a cabeça ainda no workaholic mode. Raquel de um jeito todo meigo e eficiente consegue acalmá-la e eu achei o momento super fofo. Raquel subindo no meu conceito.

Rose



Rose decide fazer uma visita à casa da avó dela que praticamente a criou. Os parentes que estão lá comentam como a briga de Rose com a mãe está separando a família, mas eu prestei mais atenção na tia dela:


Muita maldade minha falar que achei certas semelhanças?

Por pura coincidência do destino, depois da visita, Rose descobre que a avó foi internada num hospital com pneumonia. Então ela precisa chegar lá o mais rápido possível, né?

Mas como sair de casa nesse estado?

Rose começa a se arrumar (a avó já está no hospital mesmo, pra que a pressa?) e Natalie tenta apressá-la. Se Rose, num dia normal, já não é a pessoa mais delicada do mundo, imagina com o stress de ter a avó no hospital!
As grosserias já começam ali, mas Natalie vai aguentando enquanto pode, afinal Rose está sob estresse (o que dá direito a ela de ser grossa).


Depois da visita, Rose diz o quanto está preocupada com a avó e comenta:
Rose: “Minha melhor amiga, Irene, está tendo uma festa essa noite. Eu prometi para ela que eu iria. Ela é a promoter e espera que eu esteja lá…”
Eu mentalmente completando a frase: “… mas com o lance da minha avó eu não estou em clima de ir, portanto, vou ligar e pedir desculpas por não ir.”
Rose: “… então eu sou obrigada a ir.”


Enquanto se arrumam para ir a festa, Rose comenta que a mãe dela está ligando para todo mundo e ela está surpresa que a mãe não ligou para a Angel (a ex da Rose). Comentar sobre a ex para a atual? Ponto para a Rose!
Como Natalie ficou?

Brincadeira, Rose não chamou ela de “amor”…

Natalie resiste bravamente às grosserias de Rose, mas elas começam a discutir no carro (pra variar) e entram na festa super de mal uma com a outra.
Rose: “Nat, pode ir. Eu te vejo em um minuto.”
Natalie: “Estou esperando por você.”
Rose: “Eu não quero que você espere.”
Natalie: “É, mas eu estava te esperando.”
Rose: “Você não devia porque eu não vou esperar por você.”


Durante a festa, as duas ficam separadas. Natalie com a irmã que está como DJ da festa. Rose contando para um bando de sirigaitas mulheres que ela está solteira. SOLTEIRA. E, acredite, esse não foi o cúmulo do dia.

Angel, a ex de Rose, manda mensagem para ela dando apoio pela avó doente. Rose diz que Angel consegue a acalmar de um jeito que Natalie não consegue. Misteriosamente, depois disso, Rose sai da festa sem avisar a Natalie.

As amigas de Natalie já oferecem prontamente carona, mas, ao chegar em casa, Rose não está lá. Como Natalie está sem as chaves, precisa ir para a casa das amigas onde começa a chorar. Uma amiga que estava lá diz para ela abrir os olhos porque Rose está com a ex. Resultado:



Whitney


Eu sinceramente não sei o que seria de The Real L Word sem a Whitney. Ela e Rose são as únicas que dão pano pra manga, mas, como Rose é um ser detestável, sobra Whitney como a mais entertaining no show.

“Nesse” final de semana, Whitney planeja jogar paintball num dia e, no outro, dar a Primeira Festa White Trash Anual. Caso não saiba, White Trash significa “pessoas brancas que são pobres e mal-educadas”, e você pode imaginar uma festa White Trash como um churrasco na laje, com decoração Almodovariana (só que trash, não kitsch) e pagode/funk tocando.

Whitney, que não é besta, aproveita a partida de paintball para fazer uma aposta com Tor:
Whitney: “Amanhã eu vou ter uma mala. E quando você perder, vai recebê-la. Eu vou usar strap-on contigo. A perdedora vai ser a passiva.”
Tor: “Eu não me importo, eu vou chutar seu traseiro [/tradução tosca] amanhã. E você vai ter que ser a passiva como uma bitch.”
Whitney: “Aé? Você quer ser ativa comigo?”
Tor: “Mm-hmm.”
Whitney: “Não, você não quer.”


No dia seguinte, adivinha quem aparece para o jogo? Mikey e Rose. Você deve se lembrar do lance Mikey e Whitney que foram apresentadas pela Romi. Mas o que ninguém esperava era que Mikey e Rose fossem amissíssimas há 7~8 anos!!! Nessas horas dá uma certa raivinha da produção do programa, mas tudo bem, afinal, o mundo lésbico é um ovo até em LA.

Elas escolhem os times. Tor ficou no time de Rose e Whitney ficou com Mikey. Pausa para o momento arrongância da Rose:
“Todas as nossas amigas são um pouco mais atléticas, sem mencionar que a gente cresceu na comunidade, então nós sabemos como atirar. Tô brincando.”
E Tor está confiante?
O jogo começa e eu tenho que confessar que eu acho zuper emocionante paintball.


No final, sobra uma jogadora para cada time. Um strap-on para quem adivinhar quais são as jogadoras…
Não sabe?
Nem desconfia?
Pois bem…


Whitney X Tor

Mais um tempo de pura emoção depois, e Whitney consegue acertar Tor e vencer o jogo.


Depois do jogo, Whitney vai ao sex shop comprar um novo stap-on para usar com Tor, afinal como Whitney sabe, não se deve usar o mesmo brinquedinho com várias mulheres (“seria como um homem não lavando o pênis entre sexo com duas mulheres”). Scarlett vai junto para Whitney ter uma um pouco de perspectiva passiva. Junto elas discutem tamanho, cor, suporte, etc.


E depois dizem que Reality Shows não são educativos… Eu nunca parei para pensar que tem o lance de combinar com a cor da pele…
À noite, mesmo que Tor diga que está exausta, Whitney cobra a aposta… Detalhe: primeira vez da Tor com strap-on.


O dia seguinte é o dia da festa White Trash. E adivinha quem apareceu diretamente das entranhas do inferno?

Romi!

E adivinha o que mais tem na festa além de drama com ex? LUTA NO ÓLEO CREME DE MILHO.
Whitney procura gente para lutar. Uma boa opção seria Tor e Romi, não é, Whitney

Como elas não aceitaram a proposta tentadora de se lambuzarem de creme de milho, Scarlett se oferece para a primeira luta com Whitney.


Repare na vagina ao fundo.
Repare na mão nem-um-pouco-boba.

Melhor parte: Whitney se tocando que não era uma boa idéia creme de milho + dreads. Ok, nem foi a melhor parte.
Claro que depois de ver essa delícia, Tor se empolga e decide lutar com Whitney, já que as duas estão meio como casalzinho mesmo.

Whitney vence as duas partidas, afinal, nada mais justo do que a mais lésbica vencer uma luta no óleo/lama/creme-de-milho.
A festa continua: muita bebida, muito ViD4 LoK4 e de repente Romi, a ex, começa a puxar Whitney para dentro da casa. Mais especificamente para dentro do quarto.

Mas eu não posso deixar de reparar nesse Blur pra esconder a cara das closet fanchas.

Óbvio e ululante que geral da festa repara no movimento, inclusive Tor.


Enquanto isso, dentro do quarto…


Mas fazer sexo com Romi, no dia seguinte de ter feito sexo com Tor, não foi a coisa mais OH. Se lembra que no começo do programa Mikey comentou que não se deve usar o mesmo birnquedinho com mais de uma mulher? E Whitney até disse que isso seria como um homem não lavar seu pênis entre duas mulheres?
Então, Whitney e Romi se agarrando no quarto, um strap-on quase-novo ali perto… Resultado…




Tor se tranca no quarto e Whitney precisa de uma ajudinha de Scarlett para entender o que ela fez de errado.

Scarlett: “Como você acha que ela está se sentindo?”
Whitney: “Bem, qual o problema com ela?”
Scarlett: “Responda a questão. É que você transou com ela e agora ficou um tempão no quarto com Romi. Todo mundo sabe.”


Isso porque geral não sabe do lance do strap-on reutilizado.
O que seria da Whitney sem a Scarlett? O mesmo que Mikey sem Shanna?
Só resta a Whitney ir atrás de Tor para conversar e pedir desculpas.


Tor: “Onde você estava? Você ficou a noite toda a fucking Romi. Você está sendo uma fucking bitch. Sério, você está sendo uma idiota. Não pode ir pra casa da Romi pra transar?”
Whitney: “Eu sou uma merda. Eu não sei porque você fala comigo.”

Tor: “Você está desapontando pessoas que se importam contigo e te amam pelo quê? Vai embora.”
Então Whitney sai com o rabo entre as pernas e vai conversar um pouco com Alyssa que obviamente joga umas verdades na cara dela. Mas reconheço que, dessa vez, Alyssa foi muito mais amiga do que prima.
O episódio termina com Whitney chorando sozinha.

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