"Amem sem cor, raça ou gênero."

On 03:03 by LezLOVE in , , , ,    No comments
Com quais problemas emocionantes de trabalho Mikey vai ter que lidar? Tracy já foi convidada para a 34ª temporada de America’s Next Top Model? Nikki e Jill terão problemas escolhendo o recheio do bolo de casamento? Whitney aprendeu que quem com ferro fere com ferro será ferido? Natalie descobriu pela produção que Rose teve uma noite com strippers?



O episódio é dedicado a família, e a pergunta é sabre sair do armário para os pais:
Whitney aos 13 anos, no dia internacional de sair do armário (eu nem sabia que existia…), estava saindo de casa com uma amiga e gritou para o pai: “paiêêêê, sou gay”. E ele disse “okay, até mais tarde”. Queria que tivesse sido fácil assim pra mim…
A mãe de Nikki sempre soube que ela estava apaixonada pela colega de quarto da faculdade. A propóstio, atire o primeiro strap-on a lésbica que nunca se apaixonou pela melhor amiga e/ou colega de colégio/faculdade.
Os pais de Jill disseram que queriam ver ela feliz, mas iriam precisar de um tempo para se acostumarem.
Para Rose foi fácil porque ela não dá a mínima para o que os outros pensam. Jura?
Mikey veio de uma família muito religiosa e sentiu que estava fazendo algo muito errado.
Para Tracy foi mais difícil sair do armário para a mãe do que para o pai. Ela disse “mãe, eu conheci alguém. Ela é uma mulher, se chamar Kelly” e a cara da mãe foi pro chão.
O legal de histórias de saída do armário é que você consegue pegar pequenas partes em comum com a sua. Por exemplo, para mim:
(X) Técnica de abordagem parecida com a da Tracy: começar com “um relacionamento” para depois ir para “é uma mulher”.
(X) A avó da Mikey ficou 5 anos sem falar a palavra “lésbica”. Igual minha mãe, que até hoje não fala.
(X) Problemas para trazer qualquer criatura do sexo femino para o quarto, igual Rose.

Nikki e Jill:

Nikki e Jill, para variar, estão ainda fazendo os preparativos para o casamento. Nesse episódio elas procuram um lugar para a cerimônia em Malibu bitch beach.

Nikki ama a casa e já quer sair por aí assinando cheques, mas Jill ainda quer um tempo para pensar no assunto. Elas tem uma discussão com Nikki tendo ataques de ansiedade e Jill se sentindo pressionada. E . Mas pelo menos eu pude ver um ou dois takes dos cachorros da Nikki.
Olha que coisinha mais fofa da mamãe!

Nota: Esqueci de comentar, mas Nikki conta como foi sair do armário com o pai. Quando era casada com um homem (2006), ela apareceu na Oprah, onde o assunto era “mulheres que perceberam que eram gays tardiamente”. O pai estava vendo o programa e pensou “Que desperdício de mulher” (Freud se remoendo no caixão) e então percebeu que era sua filha.

Tracy:

Stamie e Tracy recebem as irmãs mais novas de Tracy para um jantar em casa + filme. Aimee (e não Amy), a irmã do meio, levou um certo tempo para se aproximar de Tracy depois da saída de armário. Audrey, a mais nova, vai mais vezes a bares gays do que a irmã, apesar de ser a garota mais hetero que Tracy conhece. Infelizmente meu gaydar nem apitou para eu poder dizer um “espere mais um tempo, Tracy”.

No meio da conversa sobre como Stamie deveria se apresentar para a mãe de Tracy, Aimee começou a se sentir desconfortável. E quando elas discutiam sobre o jantar, Stamie decidiu que era uma boa hora para fazer piadinha e ofereceu o peito pra Tracy (you know, pra amamentar). Aimee na mesma hora levanta e diz q vai ligar para o restaurante, mas ela estava com bolsa como se estivesse saindo. Resultado: climão!


Em outro dia, Tracy se encontra com a irmã chata do meio para tentar quebrar o clima e botar a conversa em dia decentemente.

“Mamis queria saber que você está bem independente de estar com um homem ou mulher. Ela preferia que fosse com um homem, mas já que você está com uma mulher, ela quer saber um pouco mais sobre a pessoa. “
Sim! A mãe de Tracy perguntou sobre Stamie para Aimee. Mas Tracy não ficou tão feliz porque a mãe não falou diretamente com ela.

Rose:

Rose está no bar com os brothers dela comentando sobre a noitada com strippers.

O único jeito de eu me ferrar é se vocês ficarem bêbadas uma noite e falarem tipo “Se lembram da noite com strippers?”.

Mesma conversinha da noite anterior: “nada de twitter, twatter, flogão”, “eu não fiz nada de errado”. Até a manipulativa maravilhosa edição do programa coloca as cenas das strippers no meio da fala da Rose só para provar que ela está errada.
Então umas das manas da Rose pergunta “E se fosse com a Natalie?”. Pense agora numa resposta de um homem velho, porto-riquenho,
ignorante e hipócrita. Rose consegue ser mais machista.


Enquanto isso… Natalie vai a manicure (Rose não é a Nikki, né?) com a irmã, Leslie. Ela conta um pouco sobre sua família em que são cinco filhos, dos quais três homossexuais (ela, Leslie e o irmão mais novo). Placar?
Homos 3 X 2 Heteros

"Como as taiwanesas não entendem nada de inglês, a gente pode conversar sobre coisas lésbicas."

Obviamente, Natalie comenta com a irmã sobre os fatos recentes com Rose (entenda-se Natalie sendo grossa) e acrescenta uma coisa que eu já havia reparado antes:
Cara, essa manhã eu me senti uma dona-de-casa. Rose estava saindo e disse “você pode passar o ferro para mim, por favor?”.Ela estava atrasada. “E depois que terminar, aqui está o cartão… vai fazer algumas compras.
Nikki e Jill se consideravam o casal lésbico mais hetero ever, mas eu preciso discordar. Nikki e Jill são como duas esposas-hetero juntas (apesar que, claramente, é Nikki a mais pró-ativa do casal). Já Rose e Natalie formam o casal hetero machista patriarcal tradicional: Rose, o homem, vai pro bar, vai pra show de stripper, ganha mais dinheiro, é rude com a esposa, etc. Natalie, a mulher, é submissa.

Porque obviamente "esposa" é sinônimo de "submissa".

Ainda fazendo as unhas, Leslie e Natalie comentam sobre marcar um jantar para a mãe delas conhecer Rose. E o jantar de fato acontece.
Rose está um pouco nervosa por que a saída do armário de Natalie é recente e por alguns meses Rose era conhecida como Robert. Já repararam que quando uma lésbica está namorando escondindo ela conta para os pais que está namorado um homem com um nome parecido com a da namorada de verdade? Por exemplo, você namora uma Gabriela e conta para os pais que namora um Gabriel.
Rose diz:
Natalie e eu tivemos nossos momentos ruins, mas nós estamos tentando melhorar. Eu amo ela demais. Ela é uma ótima garota. Ao contrário da crença popular, eu quero ela na minha vida.
A mãe da Natalie parece ser muito gente boa. Quando Leslie saiu do armário, a avó começou a surtar e a mãe disse:
Eu desabei umm dia e comecei a chorar. Eu disse para minha mãe: “Quer saber? Se você não tem nada de bom para falar sobre minha filha, não fale sobre ela.” Sobre pessoas que têm problemas com isso – e minha mãe tinha – eu pensei, “bem, que pena. Essa é minha filha eu a amo”.
Fiquei comovida. Todo gay merecia uma mãe como ela.

 

Mikey:

Mikey está em Nova York com a assistente Shanna para apresentar alguns designer de LA (i.e. clientes) para editores de moda de NY.
No primeiro de dois dias do evento, alguns editores desmarcam e outros simplesmente não aparecem. Resultado: climão!

Mikey tentou melhorar o clima distribuindo álcool entre os designers, mas não adiantou de todo. Então à noite ela decide ir para uma boate cheia de travestis.
Fica registrado aqui que eu achei um raciocínio Rose ir para uma boate no meio de dois dias importantes de trabalho.
“Eu queria ser lésbica. Seria tão mais fácil.”
Então a festa começa e é aquela coisa de sempre… bebidas, música alta, bebidas, travas, bebidas…
Vale ressaltar que Mikey disse que a primeira vez que ela viu Raquel ela achou que fosse um travesti. Ela
falou em tom de brincadeira, mas sinto muito fundo de verdade nisso.

"Olha, peitos *__*"
 

"Pô, gata, me amarrei nas suas tatuagens."

Resultado: Mikey fica tão trebada que não consegue levantar no dia seguinte… Sabe? O dia em que ela devia fazer milagre pra vergonha do dia anterior ser esquecida.

ViD4 LoK4

E agora? Quem poderá nos salvar?


Sim, ela faz todo o trabalho enquanto a patroa fica dormindo bêbada no hotel. E lá se foi por água abaixo minha imagem idealizada de que lésbicas são sempre bem sucedidas profissionalmente. Ok, eu poderia ter olhado no espelho e ter percebido que as coisas não são bem assim, mas enfim…
Eu poderia passar o resto da minha vida fazendo piada sobre o ocorrido e o nome Shanna:
-Mikey foi salva pela Shanna;
-O que seria da Mikey sem Shanna?
-Quando Mikey precisou, Shanna estava lá.
-Shanna fez todo o trabalho sujo.
-Toda mulher precisa ter sua Shanna.
-Shanna, a assistente guerreira.
Mas obviamente as piadas seriam toscas demais e, portanto, não vou fazê-las!
Ah, claro, no final Mikey se sentiu muito envergonhada pela falta de profissionalismo.

Nem conseguia andar pelas ruas sem ser disfarçada.

Whitney:

Como o episódio é sobre família e a produção mandou, Whitney encontra com sua irmã Alexis para fofocarem. Whitney diz que ama a irmã mais do que tudo nesse mundo (pelo visto mais do que sexo e drama) e mostra a tatuagem que fez com o nome dela. E só pra constar, achei a irmã cocota.

Ela também comenta sobre como o pai era galinha garanhão ficava dando em cima das mães nos jogos de futebol ao invés de prestar atenção na filha tomboy jogando e sobre a galinhagem a tática de falar a verdade para as peguetes:
Se eu coloco todas as carta na mesa e você escolher estar comigo, ser minha amiga, dormir comigo, ter sentimentos por mim, isso é contigo.
No dia seguinte, em casa, Tor está escovando os dentes com o cachorro.


Obviamente Tor está irritada com Whitney galinhando por aí, mas ela diz que não tem tempo para os joguinhos dela e blablabla não me importo blablabla.
À noite elas vão para a discoteca beber e num momento Whitney percebe que a fêmea (Tor) não estava por perto babando nela. Então ela pergutna pra Alyssa e esta diz que “talvez fosse a culpa dela” porque ela meio que induziu Tor a dar uns pegas na Scarlett (que estava sofrendo por ex). Então no mesmo instante Tor e Scarlett saem juntas do banheiro, ela fica toda enciumada.
Sim! Tor aprendeu com a Sara como fazer a Whitney se interessar por ela.
E sem comentários sobre rebuceteio…


Claro que a situação não ia ficar por isso mesmo. Whitney começa a cobrar explicações da migá Scarlett que nega tudo e diz que elas são apenas boas amigas. Então Tor surge na melhor deixa possível.
Tor percebe que estavam falando mal dela e ela e Whitney começam a DR conversar. Tor também nega ter pegado Scarlett (viu, elas só tiveram alguma DR no banheiro) e Whitney não acredita muito mas deixa quieto.

Se você não tem idéia de quem seja essa mulher, não se preocupe porque nem Whitney e Tor têm. Duas bêbadas (talvez conhecidas de Scarlett) aleatórias entram na casa e começam a dar palpites não tão aleatórios. Melhor momento desse episódio!
Nota: acabo de colocar na minha lista de sonhos a realizar fazer uma participação em reality show bêbada e sem ser convidada. Just like that. Eu iria guardar o DVD com o episódio e mostrar para meus netos no futuro.
Pouco mais tarde, Tor, que leu o manual Como Fazer Whitney Se Importar Com Você Não Se Importando Com Ela escrito por Sara, e Scarlett estão sendo boas amigas juntas na frente de Whitney.

Segundo o manual de Sara, depois de deixar Whitney com ciúmes e fazê-la sentir medo de perder parte do harém, era o momento certo de fazer algo “quero sexo”. E é o que Tor fez: pulou em cima de Whitney deitada que prontamente se levanta, beija ela e depois começa a DR o discurso “eu tenho sentimentos por você, mas não quero um relacionamento”. Scarlett sai de casa de fininho (no melhor estilo estava-sendo-usada-para-fazerem-ciúmes), Tor diz que queria matar Whitney e o resto é história.


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