"Amem sem cor, raça ou gênero."

Mães pela Igualdade saem do armário e mostram a cara no Brasil pelo fim da homofobia e transfobia

Por: LGBT e Mães pela Igualdade - www.allout.org/pt/maespelaigualdade

Com o aumento crescente dos crimes hediondos contra LGBTs no Brasil, a organização global por direitos LGBT AllOut.org e as Mães pela Igualdade no Brasil lançam campanha pelos direitos de seus filhos e suas filhas LGBT e exigindo que parlamentares tomem uma atitude.

nspiradas na iniciativa do artista plástico e fotógrafo francês JR, ganhador do prêmio TED de Direitos Humanos em 2011, a organização global pelos direitos LGBT AllOut.org está trabalhando com as Mães pela Igualdade no Brasil em uma campanha pelo fim da violência homofóbica no Brasil. As "Mães pela Igualdade”, corajosas e orgulhosas de seus filhos e filhas lésbicas, gays, bissexuais, transexuais ou travestis (LGBT), estiveram no Congresso Nacional dia 29 de setembro/2011 para dizer a parlamentares e à sociedade em geral que a IGUALDADE é o valor familiar mais importante que existe, independente de orientação sexual ou identidade de gênero.

As Mães pela Igualdade estão "mostrando a cara” e contando suas histórias como uma forma de alertar parlamentares, governantes e a sociedade para a crescente onda de violência contra LGBTs que tem classificado o Brasil como um dos lugares mais perigosos do mundo para gays, lésbicas e pessoas trans.

Atualmente, o Congresso Nacional está discutindo uma legislação que tipifique e regulamente os crimes de ódio cometidos contra LBGTs, o que poderá garantir o mesmo nível de proteção legal a todos e todas as brasileiras, atualmente negado a LGBTs. As "Mães pela Igualdade” irão a Brasília para dizer a parlamentares e outros setores da sociedade o quanto a aprovação dessa legislação é importante não só para LGBTs, mas para toda a sociedade brasileira.

Para conhecer algumas das "Mães pela Igualdade”, visite: www.allout.org/pt/maespelaigualdade
Quem São as "Mães pela Igualdade”?

De juízas federais a mulheres de negócios e donas de casa – e incluindo várias mães que perderam seus filhos em crimes hediondos anti-LGBT – as "Mães pela Igualdade” vêm de todos os cantos do Brasil e têm histórias importantes para contar:

"Meu filho, meu melhor amigo, companheiro e confidente, foi morto num ataque homofóbico no ano passado. Hoje sinto um grande vazio, que procuro preencher com a luta contra a violência, homofobia, preconceito e a discriminação.” – Eleonora Pereira, Recife

"Como cidadã brasileira e, especialmente, como Mãe, vou exigir o cumprimento do Principio Constitucional da Igualdade.” – Luiza Habibe, Brasília

"Minha maior alegria no processo de reconhecer meu filho gay foi que me tornei uma pessoa melhor. Se eu não tivesse um filho gay eu ainda seria preconceituosa como eu era. Quando você trabalha para diminuir um preconceito, automaticamente está diminuindo todos os demais. Eu me tornei uma pessoa melhor, e fico feliz com isso.” Edith Modesto, São Paulo

"Me sinto muito feliz e lisonjeada em poder falar de meus filhos, que amo muito. O mais novo é gay. Sinto orgulho dele filho, de sua garra, de sua força, e sua responsabilidade.” – Raquel Gomes, Curitiba

Como as "Mães pela Igualdade” se encontraram?

As "Mães pela Igualdade” juntaram-se inicialmente por meio de um pedido da AllOut.org depois de uma série de ataques anti-LGBT e assassinatos no início deste ano, seguidos de um comentário particularmente odioso feito pelo deputado federal Jair Bolsonaro. "Prefiro ter um filho morto do que um filho gay”, disse ele à mídia.

Imediatamente, dezenas de mães de pessoas LGBT ofereceram-se para falar sobre políticas e atitudes de apoio à igualdade LGBT. As mães começaram a conversar umas com as outras e a AllOut.org ajudou a coordenar sessões de fotos e reuniões para testemunhos no país inteiro, em parceria com o projeto "Inside Out”.

Para saber mais sobre as Mães pela Igualdade visite www.allout.org/pt/maespelaigualdade ou escreva para maes@allout.org

2 comentários:

  1. Ai que linda essas mães, é uma pena que nem todas sejam assim.. Só quem ainda está no armário assim como eu, sabe oque é ter que esconder sua verdadeira identidade, conhecendo muito bem sua mãe ou pai e tem absoluta certeza de que eles JAMAIS aceitariam!!!

    ResponderExcluir
  2. ter vergonha de que?
    eu sou homem hetero asumido,mais vou dizer uma coisa se eu fosse gay ,minha mãe aceitaria.
    porque cada um de nos é o que é isso não muda.a pessoa não deixa de ser moreno por causa dos outros,mais por que deus quis á sim.então seja feliz seus pais,família pode não gosta mais é sua vida não um briquedo,que podem madar.a vida é sua.

    ResponderExcluir

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...