"Amem sem cor, raça ou gênero."

A companheira de uma servidora da prefeitura de Goiânia conseguiu algo inédito: receber, do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais, pensão por morte. As duas viveram juntas por 27 anos.

Em 2008, A.M., 61 anos, perdeu a companheira. Três anos depois, foi instaurado processo administrativo para que a morte por pensão lhe fosse concedida. Com a recusa dada pelo instituto, A. M. entrou com processo na Justiça, aí com uma mudança legal: o fato de o Supremo Tribunal Federal ter reconhecido direito de casais homossexuais à união estável. 

Detalhe importante é o fato dos filhos naturais da companheira morta terem sido testemunhas para atestar que a mãe teve relacionamento lésbico com a requerente por quase três décadas.

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