"Amem sem cor, raça ou gênero."

On 15:09 by LL   No comments


Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller) vão ser vítimas de preconceito na novela Em Família. Um homem vai paquerar a Clara num bar e será grosseiro ao perceber que ela e a fotógrafa são lésbicas. Os três vão discutir. “Vou fazer uma queixa oficial. Esse lugar não é gay. Não pode ser frequentado por qualquer pessoa. Sapatão não é bem-vinda aqui”, dirá o sedutor ferido.



Indignada, a irmã de Helena (Julia Lemmertz) vai jogar uma taça de champanhe na cara do indelicado. O barraco vai chamar a atenção dos clientes, e Clara sairá do local chamando o homem de preconceituoso e covarde. Essa sequência está prevista para ir ao no dia 4 de julho.

Tudo começará com o a ex-mulher de Cadu (Reynaldo Gianecchini) sozinha em uma mesa à espera da namorada. Ela ganhará uma taça de champanhe oferecida por um cavalheiro. Em seguida, Marina chegará e fará um carinho visível na companheira. “Uau! Tomando champanhe? Vou pedir uma taça para te acompanhar”, falará a fotógrafa. 

Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Muller) (Foto: TV Globo)“Espera. Não pedi nada. Foi o cara sem noção da mesa em frente que me mandou de presente”, responderá Clara, que pedirá para Marina usar seu bom humor para despachar o sujeito, que se aproximará delas. “Vim dizer que cometi um equívoco... Já saquei qual a é a de vocês duas. É você o homem da relação? Chegou pra defender a mocinha indefesa?” Provocará o homem.

“Melhor você voltar para sua mesa, antes que eu chame o gerente”, avisará Clara.

“Quem vai chamar o gerente aqui sou eu. Vou fazer uma queixa oficial. Esse lugar não é gay. Não pode ser frequentado por qualquer pessoa. Sapatão não é bem-vinda aqui”, dirá o homofóbico. Clara reagirá xingando o homem de idiota e, num ímpeto, virará a taça de champanhe na cara dele. Marina pedirá calma, mas a confusão estará armada.

“Idiota! Quem esse imbecil pensa que é para falar assim? Covarde! Preconceituoso”, gritará Clara, já sendo acalmada pelanamorada.

"Calma, Clara! Não vale a pena perder a cabeça"! - pedirá Marina.
Mais tarde, Clara desabafará com a parceira:
— Estou inconformada! Como é que uma pessoa se julga no direito de falar sobre as escolhas do outro dessa forma? Como se fosse superior? Sentiu a raiva dele? Falou como se nossa opção sexual fosse um defeito!
- É exatamente o que ele acha – dirá Marina. -  Mas você não pode se descontrolar assim. Não vê a quantidade de crimes que acontecem por aí todos os dias? São loucos como esse que agridem gays, propagam a homofobia... Parecem muito gentis, mas são bem perigosos.
— Me subiu um ódio! Queria voar no pescoço do desgraçado! Nunca senti isso na vida...
- Já passei por situações piores (…) Entendi que não é xingando que vou conseguir lutar pelos meus direitos. Vamos esquecer isso. Ele deve ter ficado com inveja da nossa felicidade.
— Ainda bem que tenho você. Nunca soube manter a calma em situações de intolerância. Fico nervosa, indignada. Agora que é comigo então...
— Você vai aprender a agir da melhor forma. Estamos juntas nessa...

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